sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Greve da Justiça

       A greve que ainda mais paralisa a morosa, a tartaruga Justiça, está atingindo às raias da imoralidade. Já se aproxima de 04 meses. Ninguém diz nada, ninguém faz nada como se a Justiça de São Paulo fosse uma verdadeira anarquia.
       Por que a greve?
       Política? Vemos a “CUT” com suas bandeiras vermelhas, na praça João Mendes aos gritos e brados pois o “povo unido jamais será vencido”.
       O que é que tem a “CUT” com os movimentos de funcionários públicos do Poder Judiciário?
      Gozado: a OAB não toma uma posição, as Associações dos Advogados não gritam que o cidadão espera Justiça, os advogados merecem sobreviver.
       A greve é imoral como são imorais as omissões.
       Por que o Estado, o governo, não toma uma posição radical? Por que não demite toda essa corja preguiçosa e não convoca um novo concurso?
       Se quiser resolver a situação vergonhosa da Justiça basta mudar a legislação, submeter os funcionários e a administração dos Cartórios a empresários. Ah! Aí todos terão que trabalhar, difíceis as “licenças” para tratamento de saúde no Guarujá, passeios e férias, dias enforcados e parentes doentes sempre às sextas ou segundas feiras.
       Srs. dos Tribunais! Deve haver uma saída, deve haver um meio de se fazer andar a Justiça.
       Como está ela é um barco à deriva, sem comandantes, sem capitão.
       Qual o medo de enfrentar os grevistas, a “CUT” e os companheiros do Hugo Chaves?
       Rabo preso?

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