O livro, segundo Castro Alves, “é chuva que faz o mar”.
A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, é um encontro do homem com a cultura.
O movimento é intenso e enormes as perspectivas das Editoras, livrarias e do público.
O investimento é fabuloso merecendo algumas críticas os preços básicos de toda a estrutura. Os pequenos não têm acesso como expositores. É uma pena que se preconceitue sob a ótica do poder econômico/financeiro. Como fazer não se sabe de pronto mas, necessário que se reveja algo que democratize mais a atividade cultural. A necessidade da capacidade média é indispensável para que se evite a enxurrada do despropósito. O que se pede é que não se exclua pelo lado do dinheiro tão somente. Os preços de tudo, na Bienal, são extorsivos.
O livro faz chuva que faz o mar. Com todos os problemas a Bienal é, sem dúvida, o local do encontro mais feliz de São Paulo. Se puder, compareça, vale a pena.
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