sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Esfacelamento dos Poderes da República

                  Um livro, por mais singelo que seja, hoje, no Brasil, colocado ao público leitor, não pode, em hipótese nenhuma, abordar o tema “Esfacelamento dos Poderes da República”.
                  A coisa é muito séria e não se pode, em sã consciência, deixar de dizer-se aos jovens, o que está acontecendo.
                  Os poderes executivo, legislativo e judiciário, tripé de Montesquieu, “independentes e harmônicos entre si”, no Brasil de hoje, esfacelados, geram o medo, o temor da chegada de fatos e situações incontroláveis. Todos os três perderam a compostura, a dignidade, o respeito.
                  Lembremos alguns fatos incontroláveis. O mensalão, da chefia da Casa Civil do governo Lula, na pessoa do ministro todo poderoso, Zé Dirceu.
                  Compraram-se votos no Congresso, compraram-se “parlamentares” para mudar de partido; compraram-se jornais, revistas e televisões; Dinheiro para “acabar” com a pobreza distribuída a miseráveis numa forma asquerosa de suborno eleitoral com o pomposo título de “bolsa família”, “bolsa escola”, bolsa de fabricação de preguiçosos, beberrões e coisas do gênero.
                   Pura e imoral demagogia. Ministros “punidos” e perdoados, autoridades que “ nada sabem, nada vêem”.
                   Impostos escorchantes, contratos imorais, projetos megalomaníacos e imorais como a transposição do Rio São Francisco, mera forma de desviar bilhões e bilhões, leitores, para matar o Rio, empobrecer as gentes e enriquecer políticos e empresários da Engenharia. Financiam-se partidários “companheiros” para invadir propriedades, sem escrúpulo, sem respeito ao direito do cidadão ( art.5º da Constituição Federal). O executivo silencia, aceita. Os bancos sob a proteção do Executivo cobram juros de até 20% (Vinte por Cento) ao mês. Um escândalo, uma imoralidade capaz, porém de financiar e dar suporte a governos pouco corretos.
                  A justiça morosa não reprime e legislativo aplaude.
                  Os Institutos de Pesquisas brincam com os números e induzem a sociedade a acreditar em porcentagens enganosas. E assim continua o Brasil até que seu povo acorde.

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